terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Dumbo

Fui com meu pai comprar um fone de ouvido novo. Depois de ter comprado 2 (um para mim e outro para ele), fomos ao Shopping Guararapes comprar um DVD que estava afim de comprar: Dumbo. A 1ª vez que vi este desenho foi quando eu era ainda criança, o videocassete nem era tão popular e dificilmente alguém tinha visto um CD na vida. Era um tempo da proliferação de locadoras e os vídeos Disney era os dos mais populares. Eu me lembro que naquela época o meu pai só alugava de atacado: De 3 a 5 filmes, muito bom aquele tempo... tenho lembranças até hoje.


Bem... esta animação conta a história de um elefantinho que nasceu com uma caracteristica peculiar: Tem orelhas muito grandes. Zombado por todos e até de sua espécie, ele só encontra conforto no amor de sua mãe e na estranha amizade que tem com um rato. O que é sua tragédia, mais tarde torna-se o seu triunfo... principalmente quando Dumbo conhece um grupo de corvos cheios de ginga que o ajuda aflorar o seu talento até então escondido. É isso, o desenho mostra como a gente deve acredita em si, principalmente quando ninguém acredita, também mostra que amizades verdadeiras e o amor familiar pode nos ajudar a enfrentar essas barreiras que aparece na nossas vidas. Eu nem me lembrava como ele tem uma mensagem tão bonita... e muito menos que esta película foi de grande importância para os estúdios Disney.


Na época, o estúdio sofria uma grande crise por causa de 2 fracassos sucessivos na bilheteira e eles precisavam de uma animação que pudesse tirar a empresa do vermelho. Como teria um caixa bastante modesto comparado com as produções anteriores, teria que se valer de toda criatividade humana possível na ocasião. O curioso que para isso, o método foi voltar as origens, deixando de lado os estudos mais técnicos e fazendo uma animação mais simples do que as anteriores. A forma colocar isso em prática foi adaptar uma história de livro para crianças, em que Walt Disney tinha comprado os direitos. Para surpresa de todos, Dumbo foi um sucesso espantoso, ultrapassando todas as expectativas e criando um clássico de extrema importância. Hoje a quem diga ele foi o auge e o último desenho da era de ouro do grupo Disney. Com certeza um dos meus favoritos. Um desenho que recomendo a todos: De 0 a 70 anos!!!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Shingo Araki


Uma notícia muito triste eu acabei saber... que Shingo Akari de 72 acaba de falecer. Alguém pode perguntar: "Tá, e quem é esse cara?" Aí eu respondo que ele é o responsável por 80% do sucesso de Saint Seiya (mais conhecido por essas bandas por Cavaleiros do Zodíaco).

Shingo começou a se interessar por desenho com 5 anos de idade e se formou na prefeitura de Aichi. Aos 18, começou os seus 1º trabalhos como desenhista na Machi Magazine. Posteriomente, uniu-se com a Mushi Production como animador e depois fundou o Studio Jaguar. Fez muitas adaptações de quadrinhos japoneses (mangá) para animações... e entre elas está Cavaleiros.

Ele foi character designer da série, onde alterou as armaduras (a principal mudança), cores de cabelos (que no mangá não tinha cabelos... digamos... coloridos), entre outras coisas. Quando assistir a série pela 1ª vez em 1994, nem na mente passava que as armaduras eram tão diferentes no mangá (para dizer a verdade, nem sabia que por tradição, uma animação japonesa geralmente tinha um quadrinho antes).

Quando tive 1º contato com o mangá, percebi o motivo delas tenha sido mudadas. Não desmerecendo o autor do mangá Masami Kurumada, mas Shingo colocou um toque na série que deixou ela mais bela, pelo menos para mim isso é óbvio. Junto com a direitora de animação Michi Himeno (que também era a sua esposa), conseguiram um trabalho tão belo que é reconhecido internacionamente até hoje. Sem contar que muitos elementos criados no anime foram incorporados em outras mídias como próprio mangá em outras séries dos Cavaleiros.


Bem... é isso. Aqui foi apenas uma pequena homenagem de um fã que ele nunca soube de sua exsitência. Quem sabe se existir um outro mundo, ele esteja vendo essa postagem que criei com muito carinho e admiração. Valeu Shingo, obrigado pela sua versão de Cavaleiros. Vá em paz e torna-se uma estrela.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A Bela e a Fera

Este mês esta animação completa 20 anos. Eu pensei que o desenho que tinha sido lançado em 1991 era o da Pequena Sereia, mas me enganei.


Engraçado é que NUNCA assisti este desenho na minha vida (nem mesmo quando passou na Globo recentemente, onde só assisti algumas partes). Talvez isso se deve porque na época eu tinha acabado de ser reprovado (na verdade, um ano depois) e toda vez que lembro deste desenho, lembro deste fatídico ano. Só que acho que passou muito tempo para ter trauma de um desenho que pela lógica, não tem nada haver com o que aconteceu comigo, não é?

Bem... o interessante que até pouco tempo atrás nunca parei para pesquisar a origem da história, no máximo a única coisa que sabia era um seriado trash dos anos 80 que passava na Globo e que eu erroneamente pensava que a animação da Disney tinha sido baseada (criança é assim mesmo, fazer o quê...), mas hoje sei que trata-se de um conto de fadas francês em que teve várias versões, onde tanto a série da tevê quanto a animação foram inspirados. Se por acaso algum dia encontrar o conto em uma versão traduzida, não deixarei de ler... mas enquanto isso não acontece, quem sabe eu compre o DVD especial da Disney dos 20 anos do desenho e finalmente assisto o filme completo... é uma possibilidade.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Jem e as Hologramas

Sabe, esses dias na internet, estava procurando sobre cantoras brasileiras que fazem versões nacionais de músicas de desenhos... e acabo chegando a esta animação. Como fazía tempo que eu não assistia e por tabela não me lembrava de muita coisa, resolvi pesquisar mais.


Aí... caramba!! Eu nem lembrava como o desenho era tão bem feito, fico pensando como seria se essa qualidade visual tivesse continuado até nos dias de hoje. Talvez não teríamos essa invasão exagerada de desenhos japoneses na mente da geração de hoje (irônico eu falar isso, pois Jem tinha dedo japa no meio a mando dos gringos... mas tudo bem). Hoje em dia, tirando algumas exceções, a animação americana está muito decadente e sem indentidade, onde muda conforme a moda. E por falar em moda, era nesse clima misturado com rock e fama que este desenho se apresentava com direito a assuntos muito maduros para um coisa feita para crianças, mostrando que não só japonês que consegue fazer esse isso.

O desenho conta a história de Jéssica Benton (Jerrica no original), uma jovem que perdeu sua mãe muito nova que agora acaba de perder o seu pai também. Ele deixa para ela um orfanato de meninas e parte de sua gravadora, ambos com o nome de Starlight. Também recebe como herança, uma estranha máquina que faz efeitos hológraficos com muita perfeição, já que o seu pai também era eventor. Jéssica, querendo arranjar dinheiro para ajudar na manutenção do orfanato, vai até a gravadora falar com Eric Raymond, ex-empregado do seu pai e agora sócio da empresa. Para sua surpresa, Eric nega a ajuda e ainda diz que ela não tem competência suficiente para administra-la por ser muito jovem. Revoltada, Jéssica promete que aquilo não vai ficar assim. Usando o evento do seu pai, ela cria Jem: Uma misteriosa cantora de cabelo de rosa que se trata na verdade uma holograma projetada sobre si mesma. E juntos com suas irmãs, formam uma banda que pretende ganhar fãs e arranjar fundos para manter o orfanato Starlight.


A animação foi encomendada pela Hasbro (grande empresa no ramo de brinquedos) para avalancar as vendas de suas bonecas. Entretanto o desenho fez mais sucesso, o que acabou sendo cancelado depois de 3 anos. Na sua exibição original, o desenho passou no canal da MTV e aqui no Brasil passou no SBT, já que ainda não tinha a versão brasileira do canal. Fico pensando se a MTV Brasil poderia reprisar nos dias de hoje... mas como o canal tem frescura com dublagem, é bem capaz de passar o desenho legendado, coisa que eu não quero.

Com o sucesso de Transformers e G.I. Joe (?), é bem provável que a próxima franquia a se tornar filme seja Jem. Se manter a mesma qualidade de roteiro (que acho difícil) é bem capaz de fazer muito sucesso também. É só espera para ver... êita! Acabei não falando de quem canta na versão nacional do desenho. Mas isso, deixo para outra vez.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Rei Leão em 3D


Ontem de tarde fui ao shopping assistir essa animação que fez muito sucesso no passado e que voltou aos cinemas. Não sou muito fã, porém como na outra vez não vi na tela grande e agora está em 3D, resolvi ver.

O enredo acho que quase todo mundo já sabe, não é? Trata-se da história de um Leão e seu ciclo da vida, onde isso é quebrado quando um parente tentar usurpar seu trono expulsando-o. Até que anos depois ele volta de seu exílio e reivinca o seu lugar de direito como sucessor de seu pai.

História simples, não é? Pois naquela época já era mais que suficiente para a cativar a todos. Talvez isso não aconteça comigo porque, mesmo que eu goste um pouco do desenho, nunca esqueço isso trata de um plágio descarado de uma animação japonesa. Mas mesmo com esta mancha na reputação, O Rei Leão faturou muito quando estreou em 1994, tanto que só se falava dele na minha época de colégio que me fez pegar abuso e não querer ver também nos cinemas. Agora mais velho, aproveitei a oportunidade deixando o meu antigo preconceito de lado e fazer um análise com um olhar de um adulto.

Hoje percebi que na história se ver muito elementos filosóficos como piscologia reversa, responsabilidade com suas obrigações e a fuga delas, além de pensamentos espiritualistas orientais (talvez por isso que apareceu alguns religiosos fanáticos querendo detonar o filme). Foi bom ter visto com essa outra visão e também por fazer tempos que não assistia o desenho, deixando mais interessante.


E para encerrar, vou falar da coisa mais importante (pelo menos para mim) que me fez realmente ver pela 1ª vez no cinema este filme: O 3D. Como era uma animação muito bem feita já na época, pensei que viria com efeito de 3 dimensões muito bom... mas o que achei foi algo semelhante aos filmes com o famigerado 3D convertido. De qualquer forma o desenho é bom e mesmo tido pago um preço salgado, não me arrependo. Para quem é fã deve ser um momento imperdivel.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mundo Canibal

Esses dias que estou navegando na internet (para não dizer o ano todo), estou vendo um monte de porcaria. Sinceramente eu poderia no lugar está procurando coisas mais úteis na minha curta existência humana... porém, uma dessas porcarias sempre me chamou atenção e hoje estou vendo sem parar, he, he, he...

Pela imagem abaixo, não preciso nem dizer do que se trata, não é?

Meu 1º Contato com esse Mundo

Bem... a 1ª vez que ouvi falar nem prestei atenção direito. Foi numa reportagem na MTV sobre os desenhos que circulavam na internet, sendo o apresentado o que aparece pela 1ª Chuq Norris (ainda como mesmo sobrenome do ator de porrada que foi parodiado). Além disso, tinha muitos outros personagens com características únicas que nunca antes se via até então. O problema é que naquela época eu mal usava computador e mesmo anos, já não lembrava mais por onde encontrar.

Quando redescobrir o Canibal

Eu já estudava Artes Plásticas na UFPE quando ouvi a respeito de um colega sobre um site com animação em flash muito tosca e que tinha um humor bem ácido. O nome deste site era "Mundo Canibal". Fiquei curioso e resolvi pesquisar... no final achei as benditas animações, até aquela de Chuq, agora com o sobrenome Nóia. Só que lá o carregamento era lento e por isso, tentei ver se eles tinha algum canal no YouTube, mas só achei seus vídeos em canais não oficiais...

Fiquei pensando como eles não tinham um ainda, visto que suas animações fazem um tremendo sucesso. Tive que me contentar em ver em canais piratas... até que, em Março deste ano, saiu finalmente o oficial:


Demorou! He, he, he... mas pelo menos saiu. Gosto muito da animação deles, mais tanto... que isso me faz até lamentar de uma coisa semelhante que eu senti quando vi o filme Sucker Punch: Que quando uma ideia aparece e a gente não a recebe, ela simplesmente procura outro lugar para se manifestar... maldito inconsciente coletivo!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Capitão América


Ontem vi um filme que se fosse em outro tempo jamais eu viria: Capitão América - O Primeiro Vingador. Isso porque já tive minha fase anti-americano (muito antes de virar modinha) quando era criança e parte da minha adolescência. Ainda bem que mudei, pois trata-se de um personagem mais importante da editora Marvel e como gosto de quadrinhos, não poderia deixar de ver.

O filme se passa na 2ª Guerra Mundial e nele conta a história de Steve Rogers onde tenta inutilmente se alistar e fracassa sempre até que numa oportunidade, vira voluntário de exeperiência e se torna um super soldado, por tabela Capitão América. Mesmo com um nome desses, o patriotismo gringo não é tão explorado, chegando até ser ridicularizado em algumas vezes durante a película. Também mostra como surgiu a rede terrorista Hidra e o grande inimigo do herói: A Caveira Vermelha.

Pelo subtítulo (O primeiro Vingador) nota-se que é mais um filme que faz parte do projeto ousado nos cinemas em se tratando de super heroís: Os Vingadores. Confesso que mesmo não sendo fã da Marvel, fico de cabelo em pé só de pensar neste que já tornou clássico antes mesmo de sair. Enfim, achei o filme do Capitão muito bem feito e mostra mais uma vez de que essa onda de gibi nas telonas está longe de acabar. Ah quem diga que são eles que estão salvando a 7ª arte nos dias de hoje. Quem for no cinema assisti não vai se arrepender, eu recomendo.

Quem for assistir, fique até terminar os créditos. Pois logo após tem a prévia do que vem por aí... e é claro não deixarei de comentar essas novidades quando chegar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Peixonauta


Hoje de manhã tinha ligado a tevê e vi na SBT um novo desenho: Peixonauta. Ele é brasileiro e já tinha lido sobre ele semanas antes. Assiti e achei muito bom.

O personagem, que dá o nome a série, é um peixe agente secreto que tem grandes aventuras ao lado seus amigos Marina e Zico. Os 3 tentam revelar mistérios e buscar soluções para proteger o meio ambiente.

Com ele me deu a esperança de quem sabe fazer o meu, coisa que na minha adolencência achava uma utopia, que é um sonho que nunca vai realizar. Agora com o Peixonauta, vejo que este sonho só não realiza se eu não quizer.

sábado, 18 de junho de 2011

Castelo Animado

Depois de 2 semanas que comprei, finalmente assisti esta animação que a tempos eu queria. O problema é que era difícil achar e quando encontrava, ainda tava muito caro. Agora que encontrei com o preço mais acessível, resolvi comprar. A animação é dirigida pelo grande Hayao Miyazaki, um espécie de "Disney Japonês" que faz muito sucesso com seus desenhos, tanto na sua terra como internacionalmente.


A história é baseada (descobri isso agora) num livro de uma escritora inglesa chamada Diana Wynne Jones. Ela, que faleceu em Março deste ano, é conhecida no Brasil pela série de livros intitulado "Os Mundos de Crestomanci". Tenho interesse de ler seus livros, principalmente o que deu origem a este anime, pois tem algumas partes diferente e gostaria de saber como é a história realmente.

Esta animação eu já tinha visto em 2005, numa sessão matutina do cinema, coisa rara de aparecer por aqui e de eu ir também, hi, hi... na história, uma jovem chapeleira tem sua vida simples mudada assim que recebe a visita de uma estranha senhora, que na verdade era uma bruxa. Ela transforma a jovem em uma velhinha de 90 anos. A ex-jovem que se chama Sophie, temendo que os outros descubram do que aconteceu, resolve sai por aí na procura de um jeito de quebrar o feitiço. Nas suas andanças, Sophie se depara com um Castelo Mágico, onde o dono é um mago muito temido chamado Howl, cuja a fama é de comer o coração de belas garotas. Como ela já não se achava muito atraente quando jovem e agora está idosa, acredita que não tem perigo algum e resolve entrar.

E assim começa as suas aventuras, onde ela ao ver a bagunça do lugar, resolve contratar a si mesma de faxineira; conhece um pequeno Markl, que é aprendiz do mago; Calcifer, o demônio de fogo que tem uma estranha ligação com o mago, além de aquecer o castelo e faz ele andar; e o próprio mago, que para sua surpresa é o mesmo simpático rapaz que conheceu um pouco antes de ser transformada em velhinha, que foi o real motivo para a bruxa ter jogado o feitiço. Como pano de fundo está acontecendo uma guerra entre 2 reinos, que piora quando o príncipe de um deles desaparece e Howl é convocado pelo rei e por sua antiga mestra para participar da luta, porém ele recusa sempre. Agora, Sophie precisa descobri uma forma de quebrar o seu encanto e também saber o que aflige tanto o grande mago, que começa ter a sua afeição. Quem quiser saber mais é só assistir, vale a pena!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Kung Fu Panda 2



Depois de muita enrolação (mais da minha parte), finalmente fui ao shopping para ver esta animação, que como o próprio nome diz, é a 2ª da série. Gostei do 1º e tenho em DVD, por isso, resolvi assistir esta continuação... e em 3D!!

Desta vez Po e os Cinco Furiosos tem que enfrentar um novo vilão e impedir que sua estranha máquina domine a China e destrua o Kung Fu. No ínicio, a história parece um pouco monótona, salvo algumas cenas muito boas de ação.

O filme só começou a andar quando Po descobriu a sua origem pela cabra vidente.

Alguns detalhes: A voz da Tigresa não é Juliana Paes que está dublando. Não que eu ache a voz dela essa maravilha, entretanto ver a personagem com outra voz soa meio que sem graça. E ao 3D, achei legal, mas não vi muita diferença.

Resumindo: Apesar de ter achado o 1º Kung Fu Panda melhor, Kung Fu Panda 2 tem o seu charme e com certeza vai fazer tanto sucesso quanto o anterior.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Thor


Acabo de voltar do cinema depois de ter assistido o filme do cartaz ao lado, que por causa das chuvas frequentes demorei muito para ver-lo e por pouco pensei que não conseguiria. Enfim, este dia finalmente chegou e pude deslumbrar mais uma vez com a beleza de Natalie Portman (a 3ª só este ano, he, he...) que já vale o ingresso. Bem, como muita gente já sabe é que este super heroi da Marvel (uma editora americana de quadrinhos) foi baseado num personagem na Mitologia Nórdica de mesmo nome, não mudando muita coisa na história. E por gostar de mitologias que fui assistir este filme, apesar de não acompanhar suas histórias no gibi.

Na mitologia, Thor é um Deus muito poderoso, que tinha como símbolo o raio e costumava entrar em disputa de força (principalmente com os Gigantes, seus inimigos) para saber quem tinha mais poderes, chegando assim ser mais venerado que seu pai Odin pelos os agricultores. Nas suas aventuras costuma ser acompanhado por Loki, que mesmo colocando em enrascadas, ele gostava de sua companhia. Seu último e grande feito será no Ragnarok (Juízo Final), onde terá que matar a grande serpente que envolve o mundo dos homens, Midgard... um trabalho que custará a sua vida.

Já na versão da Marvel não muda muito disso, apenas o colocam com pinta de super heroí: Thor Odinson é um príncipe de Asgard, uma dimensão que fica acima de Midgard (Terra). Por ser muito arrogante na juventude e ter cometido muitas faltas, seu pai Odin o castigou exilando sem os seus poderes no mundo dos homens, para assim ganhar humildade. É no nosso mundo que viria ser o médico manco Donald Brake, conhece Jane Foster (que no filme é interpretada por Natalie) e que após recuperar os poderes, também forma posteriormente o grupo Os Vingadores junto com outros os heroís quando estes combatem Loki, que na versão dos quadrinhos é seu irmão de criação. Ele sente muita inveja por ser Thor o filho favorito de seu pai e por isso, é comum querer sempre tramar a morte do Deus do Trovão.

Agora, falando do filme, eu até que gostei do visual dos personagens e os cenários de Asgard. Entretanto teve um certo momento que a história parecia está doida para ser encerrada, pois tudo acontecia muito rápido, tornando assim apenas mais uma película que apresenta o personagem principal e seu universo. Para um leigo como eu, isso até que foi importante, mas esperava um pouco mais de ação. De qualquer forma, até que gostei e quem sabe eu ainda veja de novo nos cinemas.

Este filme junto com outras longa-metragens de super heroís Marvel (que já lançaram ou ainda vão lançar) servirão de gancho para um projeto muito ambicioso no cinema, em que coloca todo mundo numa história só: Os Vingadores. Não sei se vai dá certo ou se fará sucesso esta salada de heroí, mas de qualquer jeito eu vou pagar para ver, he, he, he... só espero que não me arrependa!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Rio


Estava muito ansioso para ver esta animação, para saber como seria a visão do Brasil de um desenho americano, dirigido por um brasileiro. Tirando aparição clichê da música mais chata de todas (nem precisa falar qual é...) e de Brasil só pensar em Carnaval (claro que não, também pensa em futebol...), achei a descrição muito fiel do que se conhece (pelos menos de fotos) do Rio.

Eu particularmente gostei porque nele trata de um assunto que os brasileiros são um pouco omissos e os estrangeiros não gostam de comentar: O tráfico de animais silvestres. Pois é assim que o protagonista da história, uma arara azul, vai para outro país. Chegando lá, acidentalmente cai do caminhão onde esta em cárcere, sendo encontrado pela menina ruiva de óculos, seu nome é Linda. Ela prometeu cuidar da ave e deu nome de Blu.

Lá se vão 15 anos até que aparece um cientista de aves que veio do Brasil com missão de convencer Linda de levar sua ave para lá, pois se trata de um animal em extinção e a única esperança seria levar Blu para se acasalar com uma fêmea da mesma espécie. E aí que começa a confusão do filme, pois como Blu foi levando muito cedo de sua terra natal, ele acabou não aprendendo a voar. Porém graças a novos amigos que ele faz na cidade maravilhosa, isso irar mudar, he, he...

Muitos lugares no Rio de Janeiro são mostrados visando as belezas, sem aquela coisa já depreciativa que vemos até demais nos filmes brasileiros e principalmente nos americanos. O interessante desta película é que na história demonstra que todo mundo tem habilidades que são importantes, mesmos que aquelas que normalmente deveria saber, não sabemos. Como por exemplo no caso de Blu: Não sabendo voar, porém é perito em andar, escalar objetos e abrir-los também.



Carlos Saldanha, o tal brasileiro mencionando, está de parabéns. Ele foi o diretor da Era do Gelo 2 e 3, além de ser co-diretor do primeiro filme. Vendo seu último trabalho, faz eu sonhar um dia fazendo a minha animação.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sucker Punch


Depois de fazer boas histórias em quadrinhos transformada em película com tremenda maestria, o diretor Zack Snyder agora finalmente lança um trabalho totalmente original e de sua autoria.

A história é de uma garotinha que se refugia não sua própria mente para tentar resolver os seus problemas, como no sanatório em que foi internado a mando de seu padrasto, que interessado na sua herança, quer que seja lobotomizada por saber demais sobre a morte de sua mãe que foi o motivo que fez sem querer matar a própria irmã. Mas como enfrenta esta futura lobotomia, o próprio cenário onde se encontra é vista de forma diferente pela protagonista, que manipula a realidade para assim tentar sobreviver.

Zack pegou muitos elementos (mundos, dragões, guerras, mulheres) de vários segmentos e juntou tudo, criando assim este maravilhoso filme. Se depois de Watchmen (um filme que foi baseado numa clássica história em quadrinhos dos anos 80) conseguiu fazer algo estupendo, agora com Sucker Punch ele mostra que veio pra ficar. Mas isso não é uma unanimidade.. Pois vendo em muitos sites na internet, se percebi que Sucker é do tipo de filme que ou você adora infinitamente ou você odeia com todas as forças... Não tem meio termo. Tem muita gente falando bem a respeito da fotografia, música... Porém também muitos falando mal por aparentemente não ter história, muito vazio e sem objetivo. Talvez porque a mensagem que o filme quis passar é diferente de que muitos esperavam, o que fez que odiassem a película.

O próximo desafio para Zack será fazer uma nova versão do Superman. Se consegui fazer com esse tema bastante amaldiçoado na 7ª arte um filme realmente decente, então ele já pode ter uma estrelinha na calçada da Fama, pois vai merecer...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Old Boy

Eu tava pensando em falar sobre este filme, mas não achava o melhor momento. Aí... como deu a vontade de ver-lo de novo (eu tenho em casa) e não estou num dos meus melhores momentos, resolvi aproveitar para falar um pouco dele agora.


Queria ter visto este filme no cinema, porém não sei por qual motivo, isso não aconteceu. Então quando tive oportunidade, comprei o DVD, que para a minha felicidade é a versão especial com 2 discos. Muito bom, pois tem entrevistas, conversa com diretor, etc... quem gosta muito do filme vale a pena ter esta versão.

Bem... não vou falar muito do filme para não estragar a surpresa de quem não viu, pois eu posso garantir que quem ver-lo sem olhar para Spoilers na internet vai surpreender, principalmente no final, onde você sentirá misto de pena e raiva do que acontece ao protagonista (o cara da foto). Ele se chama Oh Dae-su, homem de meia-idade beberrão que inexplicavemente é sequestrado, ficando preso por 15 anos até que da mesma forma é solto. Agora só tem 5 dias para descobrir tudo e se vingar de quem fez isso com ele. Um filme não aconselhável para os sensíveis de coração, sei disso por exeperiência própria, he, he, he... estou brincando, vale a pena ver.

Este filme de origem sul coreana foi baseado numa história em quadrinhos japonesa, que por sinal seria também a inspiração para o projeto de uma versão americana, mas que acabou sendo cancelada.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Rango


Ontem fui assistir no cinema uma animação na última sessão, coisa muito difícil de acontecer antigamente, principalmente se for dublado. Fui sem saber se prestava ou não o desenho, pois o máximo de curiosidade que tive antes foi ver um cartaz enorme dessa imagem ao lado que tinha por lá. Só que o mané aqui, como em outras vezes, saiu tarde de casa e perdeu o começo... porém desta vez o estrago foi menor, pois a única coisa que perdi foi como esse atrapalhado apareceu numa estrada deserta no meio do nada.

Ele andava a esmo, procurando algum significado para sua vida medíocre, quando de repente se depara com um tatu todo esmagado no meio da estrada. O camaleão o ajuda e como forma de agradecer, o tatu começa a falar de assuntos estranhos como espírito do oeste e tal... orientando o bicho escamoso na sua jornada sem destino, onde quase vira janta de um falcão e encontra uma réptil chamada Feijão, que dá carona até uma vila estranha com o nome de Poeira. Já lá, descobre que a vila (que parece uma cidade de Velho Oeste) passa por sérios problemas, sendo o maior deles a falta d'água.

Tenta se adaptar aos habitantes do local, copiando os seus movimentos, inventando histórias de bravura. Quando é perguntado qual era seu nome, diz que se chama Rango (antes ele não tinha nome algum), que sem querer acaba comprando uma briga com alguns arruaceiros, tendo que duelar. Só que na hora, o duelo não acontecesse por causa da aparição de um falcão, que já o perseguiu antes no deserto e agora apareceu na cidade afugentando a todos, menos o atrapalhado lagarto, que não percebe sua presencia logo. Quando isso acontecesse, começa uma frenética fuga onde quase toda cidade foi destruida, encerrada numa estranha forma em que a ave morre pelo Rango, sem ao menos saber como fez.

Com isso, é visto realmente como um herói e é logo tido por todos de Poeira como a nova esperança que a cidade, principalmente agora que com a morte da ave, um arruaceiro muito perigoso pode voltar. Rango acaba sendo nomeado Xerife da cidade pelo prefeito e não tendo outra alternativa, acaba aceitando o novo cargo, pronto para resolver os problemas da cidade. E nessa situação é começa as aventuras desse atrapalhado Camaleão, onde terá encontros com terríveis personagens e com decorrer da história, acaba transformando num herói de verdade.


Achei a animação muito legal e mesmo que no final dormi pouco por causa do horário, achei o maior barato. Principalmente porque o que tinha de bicho feio neste desenho he, he, he... animais feios finalmente tiveram a sua oportunidade. Outra coisa interessante é que a versão original, quem empresta a voz para o personagem principal é Johnny Depp, o mesmo do filme O Turista. Mas aqui no Brasil não tem ninguém em especial, nem o dublador que costuma dublar Depp está dublando o bicho escamoso. Vale a pena assistir, para ter uma ótimas gargalhadas!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Street Fighter 2 Movie


Hoje faz 15 anos que assisti este longa metragem de animação sem igual. Parece que foi ontem que isso aconteceu. Ele conta a história de Ryu e os outros personagens do jogo que fez o maior sucesso nos anos 90: Street Fighter 2. A caracterização foi muito fiel e as cenas de lutas foram feitas a parti de dublês reais que lutam de verdade. Não é a toa que elas eram bem feitas, uma animação acima da média para época.

Este filme foi lançado em 1994 no Japão e só chegou 2 anos depois, numa Quarta Feira de cinzas. Por causa do carnaval, pensei que não ter quase ninguém (grande engano, naquela época, pensava que eu e alguns gatos pingados era os únicos que não gostava de carnaval). Fomos ver assisti esta película que foi bastante elogiada durante todo esse tempo que não era lançando em terras brasileiras.

O problema é que a versão que chegou aqui era uma editada americana, que tinha várias músicas da lingua inglesa substituindo as originais japonesas. Até hoje não sei como são as músicas da versão nipônica, apesar de as músicas gringas não me incomodarem. Agora uma coisa que realmente incomodou foram as dublagens, nossa, como estavam horriveis!? As vozes era tão feias que pareciam ser dubladas pela mesma pessoa... e pior: Mal dublado. Nem de longe parecia as vozes dos mesmos personagens da série da tevê Street Fighter 2 Victory. Ainda bem que quando saiu em VHS, viram a mancada que fizeram e redublaram com os dubladores da tevê.

O fato curioso é que este filme foi o primeiro e único que inventei de ver de 3 sessões seguidas!? Explico: Antigamente, quando os cinemas era mais simples e não tinha os Multiplexs da vida, as pessoas viam 2 sessões seguidas sem ser incomodadas, mesmo que pagasse 1 ingresso. E isso era um hábito natural, pois poucas pessoas tinha esse costume e na minha roda de amigos, isso era tão natural como se fosse um ritual. Acontece naquele dia, eu e um amigo decidimos passar mais que 2 sessões para assistir este filme. Ele tinha topado, porém no fim da segunda exibição, ele estilou e foi com os demais. (estavamos em grupos e era comum naquele tempo)

Eu de qualquer jeito fiquei até o final e não voltei atrás com a minha palavra. Só me lembro que depois de sair na 3ª sessão (já era noite), eu sair zonzo, parecia até que tinha bebido uma pinga das brabas, he, he, he... ainda bem que acabei encontrando o meu pai no Shopping e ele me deu uma carona. Muito nostálgico... fico feliz por todo esse tempo, e agora tenho aqui registrado.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

NIPPOP

No dia 04 deste mês teve um evento interessante na Livraria Cultura de Recife: NIPPOP.


Este evento foi abertura da inauguração dela e suas atividades em Pernambuco, onde contou com a presença do Cônsul Akira Suzuki e seus representantes do consulado japonês no Recife entre outros. Nele falou sobre o Japão e seus costumes, a cultura e em quadrinhos brasileiros produzidos atualmente que são inspirados nos mangás. No final encerrou-se com uma apresentação musical de games, com um guitarista tocando ao vivo junto com as trilhas selecionadas.

Mas do que se trata isso?

Bem... O NIPPOP é Associação Brasileira de Cultura Pop Japonesa, com sede no estado da Paraíba. Esta associação tem como objetivo realizar eventos, projetos, pesquisas relacionados a vários segmentos da cultura pop japonesa como por exemplo: Anime, Mangá, Games, Tokusatsu, etc.

Uma iniciativa muito válida que acabo lamentando profundamente por ações como essa não se teve antes no meu estado. Talvez muitas coisas legais poderia ter acontecido e o interesse em conhecer o Japão e sua cultura teria se aprofundado ainda mais do que se tem hoje. Foi muito motivante descobrir que o Japão tem profundo interesse em saber quem são as pessoas que consome a sua cultura e o que acham disso a respeito. Deu até esperanças de que um dia ainda possa conhecer a terra do sol nascente...

O que também motivou foi de presenciar a belíssima palestra da minha amiga Bárbara Oliveira, representante do NIPPOP em Pernambuco. Ela falou sobre a moda nipônica e do seus segmentos e diferenças, como a moda japonesa foi influenciada por assuntos externos, mesclando ao seus costumes criando assim uma forma nova tão admirada no resto do mundo. Falou de vários nomes como Kawai, Lolita, Street Fashion, Cosplay entre outros. Também mostrou suas participações em outros eventos e de sua loja recem inaugurada, como mostra nesse trecho que gravei:


Para saber mais, visitem o blog dela: Sweet Store & Nihon Pop. Enfim, desejo sucesso aos organizadores e se precisar de ajuda é só chamar.